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Sell in vs sell out

11/02/2020 | Maria Vieira

Pois, sabemos que são duas palavras ou conceitos abordados quase diariamente no mundo da farmácia e que requerem constante atenção.
Claro que toda a “vida” da farmácia não passa apenas pela análise do sell in e do sell out, mas que pode fazer toda a diferença, pode, para além de outros indicadores que têm de ser medidos, revistos e analisados de forma quase contínua. Sell in ou Sell out O sell in indica-nos quanto compramos aos nossos fornecedores. O sell out vê quanto estamos a vender aos nossos clientes. Qual dos dois pontos é o primeiro a ser analisado. Será este o primeiro ponto a analisar? Qual será que compramos o suficiente e o necessário para o que vendemos?
Confesso que da nossa experiência a trabalhar com equipas de farmácias, ligamos imenso aos dois pontos. Ao sell in para percebermos quais os laboratórios de aposta, mas principalmente para vermos quantas marcas existem de cada molécula, ou quantas apresentações diferentes de um determinado produto, ou a gama de certos produtos de dermocosmética que disponibiliza. Por outro lado, o sell out permite ver de facto as vendas que estão a ser realizadas mensalmente e de que produtos. (...Ler Mais...)

Recrutar tornou-se uma dor de cabeça?

11/02/2020 | Anabela Conde

Parece que sim!
São agora muitos os anúncios de oferta de emprego que enchem os sites de recrutamento online, o Facebook, o LinkedIn e os grupos de Farmácia nas redes sociais.
Se há um ou dois anos atrás era difícil preencher as vagas de Farmacêuticos, hoje encontrar perfis de Técnicos ou TAFs com experiência não é nada fácil…
O mercado está a mexer muito e isso tornou-se efetivamente uma dor de cabeça para os Diretores Técnicos e Gestores que tentam estabilizar as suas Equipas.
Se pensarmos bem, este facto dá um sentido de urgência à Farmácia de hoje para fazer crescer as competências dos elementos da Equipa, retendo talentos, e tornando o trabalho apetecível, para quem já está na Farmácia. Conhecer quem tem a bordo… Andamos tão focados em proporcionar um serviço de excelência aos nossos Clientes (e bem!), (...Ler Mais...)

Quer fazer de 2020 um ano Consistente?

29/01/2020 | Teresa Batista

A Consistência é muitas vezes, se não quase sempre, a chave do Sucesso. E isto aplica-se quer ao âmbito pessoal e privado, quer ao profissional.

Nas reflexões e desejos do início do ano, muitas são as promessas e vontades de mudarmos comportamentos. Muitas vezes até se começa a tentar, mas pouco tempo depois tudo vai por água abaixo. Consegue rever-se nesta situação? O que faltou? A Consistência! A consistência não tem origem numa fórmula mágica, mas sim num processo que deve ser contínuo.

Também a nível profissional a Consistência é fundamental. Aqui falamos de manter um padrão, ter uma rota definida. A Consistência é um indicador de credibilidade. Por outro lado, a inconsistência gera desinteresse. Devemos ser persistentes, metódicos, firmes e estáveis.

Em algumas Farmácias que acompanhámos verificávamos que tinham existido tentativas de implementar a Avaliação de Desempenho, por exemplo. (...Ler Mais...)

Deixe o Espírito de Natal influenciar a sua liderança!

23/12/2019 | Teresa Batista

De Farmacêutico para Farmacêutico

É impossível ainda não ter dado conta de que o Natal já está mesmo a chegar. As decorações natalícias já estão por toda a parte.

Esta época é inevitavelmente uma época de reflexão, em que a harmonia e solidariedade estão mais presentes. É época de pensar mais nos outros! E o desafio que lhe trago é pensar mais naqueles com quem trabalha diariamente, a sua segunda família. Falo da equipa da Farmácia.

O sucesso de qualquer farmácia não depende apenas dos seus produtos ou serviços. Depende das pessoas que trabalham diariamente para a fazer crescer. Depende de que saibam trabalhar em equipa, passando o conhecimento e reconhecendo que é possível aprender com o colega que está ao lado, tornando o trabalho corporativo.

Nota-se à distância quando uma equipa é coesa e unida. (...Ler Mais...)

Costuma calçar os sapatos do cliente?

08/12/2019 | Maria Vieira

Quando nos empenhamos a agilizar procedimentos, a definir protocolos, a melhorar as opções de compra e a exposição, a delinear objetivos para a Equipa e ainda assim os resultados não chegam, será que estamos a fazer alguma coisa mal? Será que investimos o suficiente para pensar a experiência de compra? Ou será que o nosso modelo ainda é de venda, e por isso centrado na nossa organização? Até que ponto é que calçamos os sapatos do utente na análise das suas necessidades… Será que a proposta de valor da nossa Farmácia é fantástica porque é a nossa e todos os elementos da Equipa estão envolvidos nela, ou estará a ser diferenciadora porque nos estamos constantemente a adaptar e a responder de forma crescente às necessidades dos nossos Clientes? De 0 a 5 como classifica a experiência de compra que proporciona? Pois, estar focado em “vender” pode ser muito diferente de querer “ajudar a comprar”… Então, o que nos impede de fazer por melhorar a experiência de compra do Cliente na Farmácia, por forma a que sejamos mais eficazes a identificar as suas necessidades e a ajudá-lo na satisfação das mesmas? (...Ler Mais...)

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